Cabeça erguida: “Meu erro não é maior que a minha luta”, diz Drª Joana Felix


A imprensa resolveu passar um pente fino na biografia da Dra. Joana Felix  após a descoberta que ela não havia frequentado a faculdade de Harvard nos EUA e não entrou na UNICAMP aos 14 anos, como a mesma disse em disse em diversas entrevistas e palestras.

A comunidade negra se divide nas redes sociais. Uns apoiam apesar das mentiras, outros condenam a química por divulgar informações falsas.

Mais um vez por meio do seu Instagram, Joana defendeu a sua história.

“Errei mas Acertei Bastante e tenho muito orgulho da minha trajetória de vida.
Jamais busquei notoriedade por vaidade pessoal e sigo de cabeça erguida “, disse a Doutora.

“Tenho uma vida dedicada à educação e a pesquisa. São quase vinte anos dedicados à formação de jovens em situação de vulnerabilidade social.
Em condições adversas, em escola pública, em bancada de cimento e sem vitimismo, já transformei a vida de dezenas de jovens que viviam na vulnerabilidade social”, continua Joana em sua postagem.

Sobre as acusações referentes à prestação de contas junto a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa), Felix da sua justificativa.

“Na última semana fui surpreendida com notícia de jornal dando conta de que meu projeto teve prestação de contas tida como integralmente irregulares. Para tanto, meu advogado já entrou em contato com a mesma, para reabrir o processo e verificar as inconsistências existentes na prestação de contas, uma vez que as prestações de contas parciais foram aprovadas”.

Joana também compartilhou um artigo da jornalista Miriam Leitão que a defende, não ignorando que há muito a ser explicado, mas exaltando a formação comprovada de Joana e o apoio massivo que ela tem recebido dos alunos e colegas de trabalho em Franca.

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